quinta-feira, 12 de julho de 2012

Anvisa alerta para risco de consumo de suplemento alimentar

Órgão suspende a venda do Oxielite Pro, produto que pode causar dependência, insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas

O consumo de alguns suplementos alimentares pode causar graves danos à saúde das pessoas. É o que alerta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em informe publicado nesta terça-feira, que ainda suspendeu a distribuição, divulgação, comércio e uso do Oxielite Pro, com medida válida em todo país.

De acordo com a Anvisa, o produto, fabricado por empresa desconhecida, possui a substância dimethylamylamine (DMAA) na composição. O DMAA é um estimulante usado, principalmente, no auxílio ao emagrecimento, aumento do rendimento atlético e como droga. Essa substância, que tem efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, pode causar dependência, além de outros efeitos adversos, como insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas, e pode levar à morte. No Brasil, o comércio de suplementos alimentares com DMAA é proibido.
Na última semana, a Anvisa incluiu o DMAA na lista de substâncias proscritas no país, fato que impede a importação dos suplementos que contenham a substância, mesmo que por pessoa física e para consumo pessoal. Além do Oxielite Pro, o DMAA é encontrado na composição de suplementos alimentares, como Jack3D e Lipo-6 Black.

— O forte apelo publicitário e a expectativa de resultados mais rápidos contribuem para uso indiscriminado dessas substâncias por pessoas que desconhecem o verdadeiro risco envolvido — afirma o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, José Agenor Álvares.
O alerta da Anvisa ressalta, ainda, que muitos desses suplementos alimentares não estão regularizados junto à agência e são comercializados irregularmente no país. Segundo o diretor da Anvisa, são produtos fabricados a partir de ingredientes que não passaram por avaliação de segurança.

— Esses suplementos contém substâncias proibidas para uso em alimentos como: estimulantes, hormônios ou outras consideradas como doping pela Agência Mundial Antidoping — explica Álvares.
As regras da vigilância para produtos importados
A regulamentação sanitária brasileira permite que pessoas físicas importem suplementos alimentares para consumo próprio, mesmo que esses produtos não estejam regularizados na Anvisa. Entretanto, esses suplementos não podem ser importados com finalidade de revenda ou comércio ou conter substâncias sujeitas a controle especial ou proscritas no país, como é o caso do DMAA.

Cada país controla esses produtos de maneira específica e, em muitos casos, não são realizadas avaliações de segurança, qualidade ou eficácia antes da entrada desses suplementos no mercado.

O caso dos produtos brasileiros

No Brasil, alimentos apresentados em formatos farmacêuticos (cápsulas, tabletes ou outros formatos destinados a serem ingeridos em dose) só podem ser comercializados depois de avaliados e registrados junto à Anvisa antes de serem comercializados. De acordo com o diretor da Anvisa, produtos conhecidos popularmente como suplementos alimentares não podem alegar propriedades ou indicações terapêuticas.
— Propagandas e rótulos que indicam alimentos para prevenção ou tratamento de doenças ou sintomas, emagrecimento, redução de gordura, ganho de massa muscular, aceleração do metabolismo ou melhora do desempenho sexual são ilegais e podem conter substâncias não seguras para o consumo — alerta Álvares.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Andar mais ao longo do dia ajuda a evitar diabetes tipo 2, diz estudo

As conclusões de um novo estudo feito na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, reforçam a ideia de que a prática de atividade física, mesmo em intensidade leve, já é benéfica à saúde e pode ajudar a evitar uma série de doenças. Segundo a pesquisa, pessoas que não fazem exercícios e que apresentam maiores riscos de ter diabetes tipo 2  podem reduzir essas chances andando mais ao longo do dia. Os resultados foram publicados na edição desta semana do periódico Diabetes Care.

De acordo com os autores, outros estudos já associaram o fato de um indivíduo andar mais com uma redução do risco de diabetes tipo 2. No entanto, eles não especificavam quanto tempo uma pessoa deve andar para que isso aconteça. Eles indicam que o ideal é que uma pessoa dê ao menos 10.000 passos ao dia — e caminhe uma distância total equivalente a cerca de oito quilômetros.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores pediram que 1.826 pessoas que não tinham diabetes ou doenças cardiovasculares usassem um pedômetro — aparelho que conta quantos passos um indivíduo dá a cada dia — durante uma semana. Um quarto dos participantes apresentou níveis muito baixos de atividade física: eles davam, em média, 3.500 passos diariamente; e metade dessas pessoas andava menos do que 7.800 passos.

Após cinco anos desde o início do estudo, foram registrados 243 casos de diabetes tipo 2. Depois de ajustar os dados com outros fatores, como idade, tabagismo e histórico da doença na família, os pesquisadores concluíram que as pessoas que caminhavam mais eram 29% menos propensas a ter diabetes do que aquelas que caminhavam menos do que 3.500 passos.

Os especialistas explicam que os benefícios da atividade física leve ou moderada são válidos apenas para as pessoas que são sedentárias e decidem começar a se exercitar. Isso não significa, portanto, que indivíduos que estão mais acostumados a praticar atividades possam reduzir a intensidade delas.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Os maiores mitos sobre alimentação saudável

Margarina é melhor que do manteiga? Dietas hipocalóricas são as mais saudáveis? Salada com baixo teor de gordura são ideias para perder peso? 


Na hora de fazer uma reeducação alimentar, várias dúvidas surgem na nossa rotina. Por isso, o jornal Daily Mail listou seis erros comuns durante a dieta. Confira a seguir.

Mito: baixo teor de gordura no molho de salada é bom

Os cientistas descobriram que comer salada com um pouco de gordura ajuda o organismo a absorver os nutrientes dos vegetais de forma mais eficiente. "Certos alimentos se tornam mais saudáveis quando consumidos juntos”, diz a nutricionista Vicki Edgson. Segundo especialistas, muitos vegetais são solúveis em gordura, o que significa que seu corpo absorve os nutrientes melhor quando consome um molho de salada elaborado. “Adicionar azeite de oliva, abacate ou nozes vai deixar sua salada mais magra", afirma o personal trainer James Duigan.

Mito: leite desnatado é mais saudável

Estudos mostram que as vitaminas do leite são solúveis em gordura, o que significa que seu corpo vai abosorvê-las de forma mais eficaz quando consumi-lo da forma integral. "É importante lembrar que o leite integral não contém alto teor de gordura. Ele contém apenas 4% em comparação ao creme de leite, que tem 50%", diz James Duigan. As vitaminas A, D, E e K, que aparecem no leite, são responsáveis por manter os dentes e ossos saudáveis e aumentar a imunidade. Além disso, um estudo da Cardiff University descobriu que leite integral ajuda no funcionamento do metabolismo e diminui o risco de doenças cardíacas.

Mito: margarina é melhor que manteiga

Se você compra margarina porque acredita que é uma opção mais leve que a manteiga, reveja sua lista de mercado. "Margarina é altamente processada e contém gorduras hidrogenadas que o corpo não pode quebrar por meio do trato digestivo e do fígado", diz Vicki. Por outro lado, a manteiga pode fazer bem à saúde se consumida com moderação. "A manteiga contém um ácido graxo natural, chamado CLA. Estudos mostram que ele ajuda a reduzir o risco de doença cardíaca se você ingerir uma pequena quantidade a cada dia", declara James.

Mito: apenas os doces contêm açúcar

A maioria das mulheres sabe o teor calórico dos alimentos, mas esquece o teor de açúcar que eles carregam. E, segundo James, é aí que reside o problema. "Nosso consumo de açúcar aumentou drasticamente, já que ele é encontrado em muitos alimentos diários, incluindo iogurtes, molhos para massas e até mesmo pão. Para começar, a gordura realmente satisfaz sua fome, mas o açúcar, encontrado em doces, refrigerantes e biscoitos, nunca vai mantê-lo saciado. Por isso é mais fácil comer em excesso”, explica. Além disso, de acordo com um estudo da Universidade de Harvard nos EUA, consumir bebida açucarada diariamente aumenta o risco de doença cardíaca.

Mito: a dieta deve ser baixa em calorias

Ao contrário do que muita gente pensa, uma dieta com baixas calorias não é sinal de uma alimentação saudável. O personal trainer James explica que alguns alimentos, independente de suas calorias, não engordam. "Pense no salmão e no abacate. Ambos os alimentos são ricos em gordura (do bem, saudável para o coração) e calorias. Um abacate contém 275 kcal e um bife de salmão contém cerca de 170 kcal. Mas eles não engordam porque contêm ômega 3, que ajuda seu corpo a queimar gordura”, avalia. Sendo assim, uma dieta hipocalórica é normalmente composta por alimentos nutricionalmente deficientes. "Este tipo de dieta vai deixar você lento, incapaz de se concentrar e ainda aumentar o desejo de ingerir açúcar. Com o tempo, isso pode criar um ciclo de compulsão”, explica James.

Mito: é melhor comer mais frutas do que vegetais

Segundo especialistas, a maioria das pessoas acredita que só podemos comer cinco porções de frutas por dia, mas isso também se aplica aos vegetais. "Muitas pessoas são sensíveis a frutas e açúcares de frutas, o que causa inchaço e dor abdominal. Eu recomendo que comam mais vegetais do que frutas, mas a maioria de nós faz o caminho inverso", aconselha Vicki. Se optar por frutas, a dica é consumí-las com um pouco de gordura saudável, como nozes, para retardar a velocidade com que o açúcar chega a sua corrente sanguínea.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Os sintomas da depressão


Pela classificação internacional de doenças, a depressão pode ser de três graus: leve, moderado ou grave. O humor da pessoa com depressão pode variar de dia para a dia, ou segundo as circunstâncias, e pode ser acompanhado de diversos outros sintomas, como redução da energia e perda de interesse no que está a seu redor. O número e a gravidade dos sintomas ajudam a determinar de que grau ela é.
Na forma leve da doença, em geral há a presença de dois ou três dos sintomas, e a pessoa continua capaz de desempenhar suas atividades. Na moderada, são quatro ou mais sintomas e o paciente parece ter muita dificuldade para manter sua rotina. E, na grave, os muitos sintomas são angustiantes, e a ideia de suicídio é comum. Em alguns casos, o doente tem sintomas psicóticos, como alucinações. Quando é este o quadro, deve-se buscar ajuda imediatamente, porque a pessoa corre o risco de morrer por suicídio, desidratação ou desnutrição.
As principais características da depressão são:
— Rebaixamento do humor
— Redução da energia
— Diminuição da atividade
— Alteração da capacidade de experimentar o prazer
— Perda de interesse
— Diminuição da capacidade de concentração
— Fadiga, mesmo após um esforço mínimo
— Problemas de sono e/ou despertar matinal precoce, várias horas antes do habitual
— Falta de apetite
— Diminuição da autoestima e da autoconfiança, muitas vezes associada a ideias de culpabilidade e/ou indignidade
— Lentidão psicomotora importante
— Agitação
— Perda da libido
— Alucinações e outros sintomas psicóticos (nos casos mais graves)
A literatura médica relaciona ainda sintomas físicos como desconforto no batimento cardíaco, boca ressecada, constipação, dores de cabeça e dificuldades digestivas. Podem aparecer ainda dificuldade para chorar ou vontade de chorar sem motivo aparente, hesitação para tomar decisões, pena de si mesmo, persistência de pensamentos negativos e queixas frequentes.
Há muitas outras manifestações de depressão classificadas. Uma delas é a distimia, em que o rebaixamento do humor é crônico, e pode até persistir por anos, mas os episódios são curtos.
Caso desconfie estar sofrendo de depressão, ou de que algum familiar ou amigo se enquadra nos sintomas descritos, o melhor é procurar um médico imediatamente.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Beber água melhora a capacidade de raciocínio


Novo estudo da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, aponta um motivo inusitado para bebermos bastante líquido ao longo do dia, e especialmente quando estamos lendo, estudando, escrevendo... Após acompanhar 51 voluntários submetidos a testes de atenção e lógica, os cientistas descobriram que mesmo uma desidratação leve - aquela que muitas vezes surge antes de a sede dar as caras - já atrapalha o raciocínio. Mais do que isso, o humor piora com a falta de H20 no organismo. "Todas as células do corpo precisam de água para funcionar, e as neuronais não são exceção", explica o fisiologista e autor da pesquisa, Lawrence Armstrong. "Sem hidratação adequada, as informações e os sentimentos acabam sendo processados de um jeito impróprio pela massa cinzenta", conclui.
A diferença entre os sexos 
Não se sabe direito a razão, mas um tanque vazio induz respostas distintas na massa cinzenta feminina em comparação com a masculina. Enquanto as mulheres avaliadas na pesquisa americana apresentaram frequentemente cansaço, dores de cabeça e nervosismo, os homens sofreram mais com ansiedade e problemas de memória. Por outro lado, tanto a turma do Bolinha como a da Luluzinha reportaram bastante dificuldade de atenção.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Pesquisadores no Rio explicam como o corpo lida com estresse


Quando numa situação de crise uma pessoa tenta acalmá-lo e você se sente mais aliviado, não são as palavras amigas que lhe confortam, mas seu sistema nervoso autônomo (SNA) que reage à liberação de oxitocina, fazendo o corpo se acalmar. Essa nova abordagem neurofisiológica do trauma humano tem sido estudada por cientistas em todo o mundo e três dos mais conhecidos deles se reúnem pela primeira vez este fim de semana, em evento no Colégio Brasileiro de Cirurgiões, em Botafogo, onde discutem as novidades no assunto. Um dos objetivos da visita de Peter Levine, Stephen Porges e Sue Carter ao Brasil é preparar profissionais das áreas de saúde e educação para lidar com pessoas em situações de muito estresse e evitar o desenvolvimento de traumas.

A abordagem — eles dizem — deve ser a mais afetuosa possível, transmitindo confiança, seja com uma criança assustada após um tombo na escola, seja num atendimento de emergência após um acidente de carro, por exemplo. Isso porque estudos recentes realizados em parceria por Porges, neurocientista, e Sue Carter, neuroendocrinologista pioneira em estudos sobre o hormônio oxitocina, mostram que o nervo vagal, integrante no SNA, pode estar conectado à rede de receptores para a oxitocina, um neurotransmissor relacionado à confiança, à afetividade, ao amor, à amizade e aos laços maternais. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral tenderiam a ser mais afetuosas, generosas e altruístas.

— Nossos estudos indicam que as áreas do tronco cerebral que regulam o SNA são ativadas pela oxitocina, com o efeito de relacionar as áreas do cérebro que regulam o sistema nervoso autônomo a outras regiões — diz Sue — Estes resultados estão começando a explicar como e onde, dentro do cérebro, a oxitocina pode atuar para ajudar a modular reações a eventos traumáticos. Esse hormônio parece ser parte de um sistema natural de proteção, que permite que os mamíferos usem o comportamento social para modular suas reações a desafios ou estresse.
Stephen Porges defende que nossa resposta a uma situação de crise envolve sistemas localizados em nosso tronco cerebral, onde está o SNA. Ele tem uma teoria evolutiva, segundo a qual, para preservar a vida, o mamífero entra num estado de congelamento diante de uma ameaça. Essa resposta é inconsciente. Seus estudos mais recentes falam do papel do nervo vago ventral, no SNA, para nos fazer sair deste estado. Quando esta resposta falha, a pessoa entra num estado de trauma e precisa ser tratada.

— Se o medo está associado a uma ameaça à vida, como é o caso de indivíduos gravemente traumatizados, estamos num território desconhecido do comportamento humano. Isso é um problema, porque não evoluímos com mecanismos para corrigir essa resposta, que é um último recurso, fora da esfera do comportamento voluntário — explica Stephen Porges.
Assim como sua origem, a solução do trauma passa pelo organismo, afirmam os especialistas. Sintomas de que algo vai mal são dificuldade para dormir, excesso de vigilância, sobressaltos e dores constantes. Segundo Sonia Gomes, uma das diretoras da Associação Brasileira do Trauma (ABT), organizadora do evento, com apoio da UFRJ, toda pessoa traumatizada passou por um momento de estresse extremo, mas nem todo mundo que se vê numa situação assim estende suas reações, configurando um estado de trauma grave.

Os eventos que mais costumam desencadear estas respostas estão ligados à violência — assaltos, abusos sexuais e corporais, sequestros — e também a desastres naturais, como furacões e enchentes. No Brasil, 10% das crianças de baixa renda sofrem abusos e espancamentos dentro de casa. Destas, 35,8% apresentam transtorno de estresse pós-traumático, segundo dados da ABT.

O autor do livro “O despertar do tigre — curando o trauma” (Editora Summus), Peter Levine, propõe o tratamento através da experiência somática, metodologia que chegou ao Brasil há 13 anos. Seu foco não é o evento em si, mas a capacidade de resistência fisiológica do organismo em reagir a uma situação traumática sem se desorganizar. Na prática, a técnica trabalha os processos fisiológicos interrompidos nos pacientes através das sensações corporais. Eles são conduzidos pelo terapeuta a perceber quais são as manifestações do trauma em seu organismo.
— Às vezes, em uma única sessão, a pessoa se sente mais aliviada — explica Cornélia Rossi, diretora-fundadora da ABT. — Nas terapias tradicionais, os pacientes demoram anos, relembram o evento, o que consideramos fisiologicamente inadequado porque há a necessidade de a pessoa se traumatizar de novo.
De acordo com Levine, a técnica pode ser aplicada em crianças e adultos. Seu paciente mais velho tinha 98 anos. Para todos, é consenso que o trauma precisa ser tratado não só por uma questão de qualidade de vida do indivíduo, mas, também, para evitar que problemas mais graves apareçam, como uma síndrome do pânico, ou mesmo a reprodução de comportamentos violentos na vida futura. Estas seriam consequência não só para o indivíduo e as pessoas que o cercam, mas para toda a sociedade

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Os Benefícios das Atividades Físicas para um Envelhecimento Saudável


Hoje, temos a oportunidade de bater um papo com o Professor Anderson do Amaral, que está lançando o livro “Os benefícios das Atividades Físicas para um Envelhecimento saudável”, recomendo essa leitura a todos que desejam trabalhar com essa população que só faz crescer no Brasil e no Mundo.

Anderson, é coordenador da CEAFES, Mestrando em Gerontologia, Atividade Física e Saúde na UTAD, tem Especialização em Geriatria e Gerontologia pela Unati / UERJ, Especialização em Neurociências Aplicadas a Longevidade pela IPUB / UFRJ , Especialização em Treinamento Desportivo pela UFRRJ e Professor Convidado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ.

É o seu primeiro livro e, segundo ele, o primeiro de muitos sobre esse tema.

Falando um pouco sobre o livro, ele discute questões associadas ao envelhecimento populacional e os benefícios das atividades físicas. Anderson aborda questões sobre gerontologia, fisiologia do envelhecimento, doenças crônicas degenerativas do idoso, funcionalidade, autonomia, atividade física e avaliação funcional.

O leitor desfrutará de conhecimentos baseados em evidencias cientificas sobre os benefícios das atividades físicas para um envelhecimento saudável através de iniciativas que aumentem as chances de um envelhecimento bem sucedido.

A obra proporciona um entendimento sobre os o impacto das atividades físicas sobre o envelhecimento, demonstrado quais atividades físicas apresentam melhores resultados na saúde física e mental dos idosos, abordando as características e precauções associadas a prescrição e desenvolvimento de programas de atividade físicas para idosos.

O autor ainda reserva um capitulo especial voltado para avaliação física e funcional de idosos e importância de uma avaliação especifica para essa população.

O livro está em campanha de pré-lançamento. Para reservar o seu exemplar eletrônico (a primeira edição será eletrônica) basta informar seu nome e e-mail gratuitamente na loja que irá comercializá-lo. A loja ainda concederá desconto de 25% para todos que reservarem o livro antes do seu lançamento oficial. É uma boa oportunidade de ter um material exclusivo, pois esse livro somente será comercializado na Loja Apolo Cursos.

Se quiser conhecer um pouco mais o autor de “Os Benefícios das Atividades Físicas para um Envelhecimento Saudável”, acompanhe abaixo uma rápida entrevista que fizemos com ele:

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Blog – Anderson, você que já trabalha há anos na área de envelhecimento e atividades físicas, qual é o panorama atual da sociedade brasileira? Você vê preocupação das pessoas com a sua longevidade?
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Anderson Amaral – Atuo na área de envelhecimento há doze anos, fazendo cursos de extensão, especialização etc. Vejo com grande otimismo o envelhecimento de nossa população. Há políticas voltadas para o envelhecimento. Como exemplo a política do envelhecimento ativo adotada em campanha pelo Ministério da saúde, e o próprio estatuto do idoso ajudou bastante para população idosa brasileira.
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Quanto à preocupação vejo que muitos idosos e indivíduos com idades acima de 40 estão se preocupando a envelhecer com saúde, autonomia e claro qualidade de vida. Hoje em dia as academias estão cheias de pessoas procurando saúde e bem-estar físico e mental.
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Blog – Você dirige uma organização que se preocupa com a questão do envelhecimento saudável, que é o CEAFES. Como é esse trabalho?
AM - A CEAFES é um Centro de estudo na área de saúde e envelhecimento. Nosso objetivo é oferecer cursos de capacitação, aperfeiçoamento e atualização profissional na área de saúde, envelhecimento e exercício físico. Assim como produção cientifica, estamos participando de congressos, simpósios e demais eventos, seja como palestrantes, apresentados trabalhos ou mesmo como aluno.
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A CEAFES também atua no atendimento domiciliar a idosos. Lançamos aqui no Rio o Atendimento a idosos no qual chamamos de PERSONAL CARE que é um serviço especializado no atendimento à idosos com uma proposta de reabilitação funcional, cognitiva e vestibular.
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Blog – Em seus cursos e workshops, quais são os resultados alcançados pelas pessoas que seguem a cartilha por você ensinada?

AM - Minha proposta e de meu grupo (CEAFES) é capacitar e habilitar profissionais para atuarem no atendimento a idosos dependentes e independentes. Os alunos gostam bastante das aulas, pois são interativas, proporcionando o questionamento dos modelos atuais de atendimento aos idosos na área de prescrição de exercícios físicos, reabilitação cognitiva e funcional.

Os alunos sempre mandam e-mails dando o feedback sobre as aulas e principalmente o que melhorou em seu atendimento e, claro, qual foi a melhora dos idosos atendidos.

Blog – Qual tipo de público o seu livro é destinado?

AM - O público principal são estudantes e profissionais de educação física, fisioterapia e demais área de saúde. Mas pela linguagem mais simples do livro, indivíduos “leigos”, por exemplo idosos, familiares e publico em geral podem ler o livro tranquilamente, pois minha preocupação é também atingir essas pessoas que se interessam no processo de envelhecimento e os benefícios das atividade físicas e dos exercícios.

Blog – Qual impacto na vida das pessoas você espera proporcionar com o seu livro?
AM - Espero proporcionar um conhecimento mais profundo sobre o processo de envelhecimento, suas modificações e os benefícios da atividade física na vida das pessoas. Mostrar que somos programados desde nossos antepassados ao estilo de vida ativo. Quebrar o ciclo do sedentarismo da vida moderna, pois o estilo de vida sedentário junto com maus hábitos (fumar, drogas etc) são ameaças à nossa sobrevivência.

Também desejo quebrar o preconceito com o envelhecimento, que nem sempre está associado à decadência física e mental, muito menos que nossos idosos devem ser infantilizados. Pelo contrário, devemos sim proporcionar uma qualidade de vida, ensinar e aprender com eles.

Blog – Você tem planos de lançar o livro em formato impresso? Caso afirmativo, onde seriam locais prováveis para os lançamentos oficiais?
AM – Sim, pretendo lançar o livro no formato impresso. Mas começamos o projeto com livros digitais, com o objetivo de facilitar a todos os leitores o acesso as informações do livro. Além, é claro, de proporcionar uma obra mais barata.

Quanto ao livro impresso, devemos lançar o livro no Rio de Janeiro, São Paulo e demais capitais. Nossos planos é que em Julho seja lançado o livro em Portugal. A meta é que atenda todos os países de língua portuguesa. Mas há interesse em lançar também em outros países, como Espanha.

Blog – Anderson, quer deixar alguma mensagem para os leitores do Mais Saúde?
 
AM - Gostaria de deixar a seguinte frase.
“Nunca é tarde demais”.
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Nunca é tarde para praticar atividades físicas, para estudar, para amar, para pedir perdão, enfim nunca é tarde para ser feliz.
É esta mensagem que sempre termino minhas palestras e que falo aos idosos que atendo ou tenho contato.
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Devemos viver enquanto há vida. Não devemos pensar somente em incluir anos na vida de nossos idosos. Mas sim devemos nos preocupar em incluir vida nos anos que restam de suas vidas.
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Blog – Anderson, muito obrigado pela entrevista.
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Reserve o seu exemplar - http://apolocursos.com.br/